Por: Roberta Gonçalves Joaquim

Foto: Photo by Gabriel Matula on Unsplash

O atendimento a pacientes suicidas é um grande desafio e esse desafio é ainda maior quando este paciente é um adolescente.

A adolescência é uma fase de grandes desafios e o terapeuta deve conhecer sobre o seu desenvolvimento para adequar intervenções, inclusive as direcionadas aos comportamentos suicidas e comportamentos autoagressivos não suicidas.

É importante que durante a fase de avaliação de ideação de atos suicidas e da conceitualização cognitiva dos atos suicidas, o terapeuta considere influências do ambiente (família, amigos, etc), fatores de vulnerabilidade e outras experiências anteriores àquela que o traz à psicoterapia.

Conforme a literatura da TCC sobre adolescentes suicidas é importante considerar: 

Importante também lembrar a atenção ao abordar a confidencialidade nesses casos, pois ela difere da abordagem com adultos.

Por fim, lembre-se, o processo continua sendo colaborativo e essa colaboração pode ser uma poderosa atitude no engajamento ao tratamento!

 

Referência Bibliográfica: Wenzel, A., Brown, K. G. e Beck, A. (2010). Terapia Cognitivo-Comportamental para pacientes Suicidas; Porto Alegre: Artmed, 2010.

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